…
Todos falaram muito da morte de Michael Jackson, mas se eu ameacei algum choro de verdade nessas últimas 24 horas, foi pela morte de Farah Fawcett. A loira do sorriso largo do seriado “As Panteras”, como se sabe.
Uma beleza exagerada que quase doía.
Quando molecote, na já longínqua década de setenta, eu a via no seriado e, apesar da pouca idade, já sentia aquele comichão masculino. Eu hein, sô!
Hoje, apreciando as fotos da atriz racionalmente, com a cabeça adestrada por novos conceitos estéticos, percebo em Farah muito daquela beleza branca idealizada. Uma beleza meio exagerada, meio falsa.
Todavia, a primeira loira a gente nunca esquece!
O incrível é que Michael Jackson ainda tinha a tal beleza loira extravagante como ideal de beleza a ser perseguido. O menino estava, dia após dia, mais e mais parecido com a Farah Fawcett. Mais uma década e os dois teriam as mesmas feições.
Deus me perdoe, mas esse mundo tá torto mesmo!
























julho 13th, 2009 a 18:53
Oi Marcos!!
É verdade, mais um pouco e o Michael Jackson estaria com a mesma cara da Farah Fawcet. Mas uma coisa ele conseguiu, que a morte dele abafasse completamente a morte da loira. Aqui em casa a morte do Michael Jackson provocou uma choradeira danada e nem uma lagriminha para a loira… só se o Julio chorou escondido… A sua Farah Fawcet está ótima. Beijo Sandra
julho 17th, 2009 a 13:25
Aí Marcos,
Sempre achei que a Farah de tão bonita não era de verdade e sim de plástico. A gente acha que essas belezas não envelhecem, não morrem. Na verdade não morrem mesmo, ficam sempre na nossa memória.
julho 30th, 2009 a 22:22
Marcos, postei um texto falando do Leminski e ilustrei com a caricatura da sua autoria que encontrei aqui neste blog. Tive imenso prazer em registrar o devido crédito.
Deixo-te meu abraço.