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Um Noel hippie anacrônico saiu na noite acordando umas criaturas meio fadas, meio gnomos, sei lá. E veio cair numa página aberta do photoshop.
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Sabe de uma coisa? Eu gosto do tal Papai Noel. Evidentemente não falo do sujeito de roupinha vermelha dos shopping centers; esse é um chato!
O Papai Noel, tal como imagino, é uma figura que vale a pena trabalhar, numa ilustração. Quando eu faço o tal velhinho, construo sempre uma imagem mental de um sujeito meio hippie, que envelheceu, mas não se acinzentou. Algo assim meio místico, meio alheio ao sistema do “chora menos quem pode mais” que o mundo sempre viveu. Um sábio que vê as pessoas para além da forma como elas se apresentam conscientemente.
Abaixo, o meu “bom velhinho” do cartão desse ano!
Grande abraço a todos!
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Como disse em minha primeira postagem neste blog, há sempre uma possibilidade de ter o fluxo de minhas idéias e de materiais aqui postados interrompidos pela pressão constante da deusa da preguiça. Sim, ela bem que tentou apoderar-se de minha coragem por algum tempo, mas eu consegui resistir bravamente. Todavia, o deus do tempo curto, andou por perto. Ele age de forma mansa, apropriando-se de nós aos poucos, gradativamente.
Mas eu consegui pedir licença a esses deuses pagãos e voltei a escrever e postar por aqui.
Dias atrás estive em São Paulo para o lançamento do catálogo de ilustradores de livros infantis e juvenis da SIB (Sociedade dos Ilustradores do Brasil). Muito orgulhoso e satisfeito, apresento abaixo umas ilustrações minhas, presentes no catálogo, que ficou uma beleza! Vejam logo abaixo com os seus próprios olhos.